The Other Side

Tudo nesse mundo há um outro lado. O bem e o mal, a paz e o caos, o ying e o yang. Um segredo que poucas ou algumas pessoas sabem. Você também tem um lado que esconde quem você realmente é.
 
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De olho na trama
As coisas mudaram... E mudanças nem sempre são coisas ruins, mas algumas podem ser complicadas, bastante complicadas. O mundo tornava-se outro, os antigos mestiços criados pelos demônios e anjos haviam sido exterminados, um grupo radical contra a mestiçagem havia sido responsável por isso. Alguns diziam defender a soberania de cada espécie, bem ou mal, o equilíbrio não podia dar conta de espécies tão poderosas e quase todos os mestiços criados haviam sido mortos. Quase... Victória, a híbrida filha de Kirei e Samantha (Uns dos primeiros personagens do TOS), ainda sobrevivia, mas para que sua vida fosse preservada, agora, ela não mais contaria com a ajuda de Evie Farrier e Kirei, personagens poderosos que sempre atraem atenção pra si, seria por ela mesma. Sozinha no mundo, para própria segurança, Victória irá conhecer um mundo sobrenatural diferente do que estava acostumada... Tritões, Fadas, Elfos... Havia muito mais sobre o mundo do que se imaginava e cada dia virará uma experiência completamente diferente. Com apenas 18 anos de, mas muita coragem, Victória tem de sobreviver às recompensas pela sua cabeça e aos extremistas que precisam eliminar os mestiços. Todavia, a garota não estará só. Os amigos e fiéis a Kirei, Evie e Samantha ainda protegerão a menina, mas isso será o bastante? Em que time você, The Other Side‎, irá jogar? - Um aliado dos primeiros players do TOS? - Um extremista? - Um caçador de recompensas? - Ou talvez queira ser apenas um sujeito normal... Dessa vez, a trama é inteiramente sua.
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 ~Missão One-Post ~ The Ork

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The Other Side
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MensagemAssunto: ~Missão One-Post ~ The Ork   Qua Fev 01, 2012 3:35 pm

A Irlanda é um lugar mágico e incrível de se ver, e apesar de todos esperarem ver leprechauns andando pelas cidades, nada mais que pessoas comuns circulavam por ali... Bem, talvez nada além disso nos grandes centros.

Num subúrbio irlândes corria a notícia que um homem gigantesco e muito feio e fedido aterrorizava os moradores pobres do lugar, diziam que ele recolhia dinheiro, restos de comida e sequestrava jovens.

Para alguém com conhecimento do outro lado da realidade, o homem feio e fedido era um Ogro.
Para o tamanho comum do Ogros esse era muito baixo, tinha cerca de 2,20m de altura e exilado do mundo mágico, provavelmente tinha encontrado seu sustento aterrorizando quem fosse ainda menor que ele.

O problema do ogro estava se agravando e os boatos ganhando proporções maiores do que o governo gostaria, por isso, havia uma recompensa para quem pudesse parar este homem gigante.


- Um punhal de prata puro
- 50xp
- ¢300,00


Cenário
Código:
O ogro podia ser encontrado na última casa, da última rua do subúrbio. Os moradores daquela rua, todos eles, haviam desaparecido ou se refugiado na casa de parentes ou vizinhos de outras ruas.
A rua era feia, velha e imunda. Restos estavam espalhados ao longo dos paralelepípedos, na região de trás da última casa havia uma pequena reserva florestal de coníferas.
Se observasse bem, entre os lixos havia alguns ossos medianos que podiam pertencer a humanos, o fedor do local era quase insuportável e a última casa não tinha porta.

O ogro de 2,2m de altura tinha um aspecto de algo mofado, várias verrugas e vestia-se grosseiramente com uma calça que um dia devia ter sido azul feita de brim e uma bolsa de couro de meio metro quadrado, o detalhe interessante do couro era o fato de ser couro humano.

Alguns canos estavam quebrados, canos de esgoto, ao que parecia propositalmente, o lugar todo era um lixão...


Essa missão pode ser feita por TODOS os players, porém a recompensa será dado aos 3 melhores posts [se houver mais de 5 posts] ou aos 2 melhores [se tiver até 4 posts]

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MensagemAssunto: Re: ~Missão One-Post ~ The Ork   Qua Fev 01, 2012 8:35 pm

MEU ENCONTRO COM O ORK

O anuncio chegou até a mim de forma estranha.

Estava em um bar, bebendo uns drinks de vinho e comemorando com meus amigos, disse que iria ao banheiro e para lá fui.


Entrei no banheiro, um pouco imundo, mas não ia tocar em nada, vi um
mictório e lá, fui fazer minhas necessidades. Estava sozinho, olhando
para tudo, até que olho para o lado e um homem estranho com vestes
negras havia aparecido, silenciosamente.
-Marcus King?

Estranhei, ele sabia meu nome...
-O próprio...- Acho que a bebida estava me
tirando a noção de perigo que podia estar correndo. Mas o homem apenas
esticou o braço, revelando um papel na mão. Peguei o papel... e vi o homem
sair do banheiro. Fechei o Ziper e lavei as mãos, e após seca-las, me
dirigi ao papel.
Fiquei ainda no banheiro, e comecei a ler o que ali estava escrito.

Citação :
''Senhor Marcus King


Nós, do Governo irlândes, conhecemos você e seus cultos. Sabemos que
você é um bruxo e solicitamos a sua ajuda, que será muito bem
recompensada. Um ser estranho anda (...) ... E algumas pessoas foram
solicitadas para derrotar esse ork. Esperamos que colabore e caso tenha matado o monstro
traga uma prova e lhe daremos sua recompensa''



Fiquei um pouco mais, ''Alerta'' como se anulasse os efeitos do vinho,
guardei o papel no bolso, amassando-o e fui até meus amigos. Continuei a
ficar alí, mas não mais com um tom festeiro, estava mais pensativo no que
poderia fazer. Acontece que, não tinha condições de pensar muito bem, o
sono me pegou como uma onda e me arrastou para minha casa, minha cama.


No outro dia, acordei tarde... Era sábado, sem trabalho por hoje,
continuei deitado na cama mesmo após acordar, mas uma coisa me fez
acordar e levantar da cama rapidamente, o estranho papel...
Fui até minha calça e palpeei os bolsos, o papel estava lá. Começei a
ler ele novamente e com mais atenção, eu precisava de grana? Sim,
precisava...
Infelizmente, não poderia contar com a magia, não sei como o governo
ficou sabendo que minha linhagem era bruxa, mas eu não era tudo isso que
eles poderiam estar pensando, me afastei dos estudos e isso me fez
decrescer um pouco, mas eu ainda tinha como ajudar.
Escovei os dentes e tomei meu banho matinal, tomei um café da manhã no
horário do almoço. Havia me arrumado muito bem, uma camiseta de botão
preta e um blazer preto e comprido, calça e sapatos sociais. Cabelos
ruivos penteados para o lado. Estava quase pronto, só me faltava uma
coisinha... Minha arma.
Me diriji até meu guarda roupas, havia um compartimento secreto, que
montei... Escondia uma relíquia de minha família, uma Rapieira,
utilizada pelo meu avô na guerra italiana, era uma arma comum nesse
país, antigamente. Possui gume e podia cortar normalmente, mas seu ponto forte, era a
perfuração. Peguei aquela espada, embrulhei ela em volta de vários panos e
fiz umas amarras para carregar no ombro, peguei minha mochila... Saí de meu apartamento, e fui
em direção ao bairro da cidade.


A questão é, Todos conheciam o bairro do Ork, chegar até ele não foi
difícil, instruído por algumas pessoas no centro rodoviário pude me
informar qual ônibus pegar, e por estar alí, a passagem seria de graça!
Peguei as informações necessárias e acenei para o ônibus que me levaria
para a entrada do bairro. Entrei no ônibus, e este começou o seu
trabalho.
O ônibus não é muito legal... Lombadas, buracos, tremedeiras, não consegui
cochilar, e desisti completamente de tentar dormir quando vi muitos
rostos suspeitos e curioso de olho no pacote cumprido e embalado, minha
rapieira. Depois de mais ou menos 50 minutos, finalmente, cheguei no
bairro onde a criatura estava, ainda bem que tinha um estômago forte, o
bairro era nojento.

Só eu havia decido alí, pelo que pude ver, o ork estaria na ultima
casa do bairro, teria que seguir reto até a floresta, que pôde ser
identificada pelas altas árvores que haviam adiante. Comecei a andar...
Meu passeio pelo umbral da terra não foi muito prazeroso, meu nariz
implorava por um vidro de perfume, minha vista desejava aquela floresta,
pois lá deveria ter coisa mais bonita para se ver do que aquele
ambientezinho, andei bastante, na irlânda, fazia um friozinho, pelo
menos minha pele estava tendo sensações melhores que meu nariz e olhos.
Cheguei a uma ruela estranha, e dela, pude ver mais a frente, uma coisa
estranha. Uma casinha, um pouco mais afastada do bairro, não tinha
porta, era pequena e suja, não tinha vizinhos do lado, rodeada pela floresta, era óbvio que
aquela era a última casa do bairro.
Alí mesmo, naquela esquina deserta, escondi minha mochila em um pequeno
beco, peguei minha garrafa de água e bebi um pouco, para revigorar.
Peguei uma caixinha meio quadrada, onde guardava uma máquina fotográfica
pequena e coloquei no bolso de trás. Desembrulhei a rapieira dos panos e
usei estes para cobrir a mochila. Ergo-me testemido, com a arma em
mãos, teria um trabalho a fazer.

Não tinha muito poder ofensivo comigo, a não ser a rapieira, que usava
de vez em quando para cortar uns tocos de madeira, ou fazer uns
movimentos complicados para ter entretenimento, no começo, machuquei minha coxa com um manejo
mal feito, ví que brincar com armas era perigoso, mas depois desse acidente,
tomei mais um pouco de cuidado nas próximas vezes que treinei. Naquele momento,
teria que dar tudo de mim, pelo que tinha na carta, ele era grande,
2,20, não tinha como superá-lo em força, mas todo o bruxo é conhecido
pela sua alta inteligência, e ela iria superar a força daquela criatura,
assim como Atena vence Ares, sabedoria botando abaixo a força bruta.
Também aprendi em meus estudos de magia grega, que Atena era a
personificação do poder feminino, e com isso, vi que todo o homem
deveria despertar seu lado feminino para que gerasse um equilíbrio com
seu masculino, e assim, poderiam vencer qualquer coisa! Já tendo a força
bruta, basta apenas o homem desenvolver seu próprio equilíbrio e
Sabedoria, e com isso, o triunfo reinaria sobre sí. Bons tempos de
estudo...
Tudo isso se passou na minha mente para que eu pudesse fazer meu
primeiro passo: Aproximação. A porta da casinha estava aberta, ele
poderia me ver se chegasse muito de cara. Precisava de um meio de me
aproximar sem ser percebido, e a resposta estava na floresta, corri até
ela e me ocultei nela, como uma raposa se oculta na neve quando sua
pelagem muda para a cor branca em épocas de inverno. Pisei devagar no local, evitando folhas
secas e pisando em solo fértil. Com a rapieira em mãos, fui chegando
mais lentamente até a casa, mas uma coisa me fez exitar um pouco... o cheiro.

Alguma coisa fedia demais naquela floresta, minha visão agradecia, mas
meu nariz voltou a reclamar, cheirava a alguma carniça, repugnante.
Segui o cheiro e vi um amontoado de mato, abri uma brecha com a espada
para ver o que havia do outro lado. Minha visão reclamou denovo...
Um amontoado de ossos, com pedaços de seres humanos. Desviei o olhar um
pouco, pra não vomitar, respirei fundo, sofrendo por isso, e voltei a
olhar os ossos... Pânico preencheu meu corpo, por que me assutei com a
figura de um Ork enorme, feio, nojento, aquela jaqueta... couro de
gente? Ele carregava em mãos, vários pedaços de gente, com a pele
rasgada, ossos, uma mistura bem feia, pareciam ter sido prensados por
uma bigorna gigante. Mas isso não me veio muito a mente, eu estava
oculto por um matagal, vi o monstro, tinha meu alvo, só precisava
observa-lo por um tempo e atacar oportunamente, ou seja, na hora certa.

Depois de depositado o seu ''Lanche'', ele deu as costas e se virou para o quintal do casebre, lá, havia mais corpos...
Não poderia me aproximar do monstro por aquele ângulo, havia um ''lago''
de restos mortais... ratos andando por entre os olhos dos crânios.
Enfim, ainda tinha como chegar ao quintal, pois ele acabava na floresta,
sai daquele local e dei a volta, me esquivando das folhas ainda,
pulando por um tronco de árvore derrubado... oculto pelo matagal...
cheguei perto! podia ver o ork dalí... Flagrei ele na pior cena, onde
tirava, com as mãos, o couro dos defuntos, e quando não conseguia, usava um machado de açougueiro como auxílio.
... Minha nossa.
depois dessa, só uma festa porreta e vinho de sobra para poder me tirar da cabeça
esses pensamentos ruins...Foquei em derrotar a criatura, a floresta era
abafada e úmida, isso gerou algumas gotas de suor, que fóram contibuidas
pela tensão e nervosismo. 100 metros, bem perto, esperava a hora certa, eu sabia o
que ele iria fazer com aquele corpo depois que tivesse tirado o couro,
ele iria até o campo de ossos, é ai que eu poderia correr e executá-lo.


Esperei... 10 minutos se passaram, ele não tinha mais o que tirar,
começou a recolher os pedaços, e se virou em direção ao monte de ossos. Era agora...
Esperei ele se afatar, contando 5 segundos, lentamente, e corri até o
quintal...
Ao chegar nessa área, pude ver o monstro indo em direção ao monte de
ossos, eu tinha suas costas, havia chegado longe demais, não tinha mais
volta. Corri até a criatura, com a rapieira em mãos, senti meu sangue
correr pelas veias mais rapidamente, quando estava próximo, encontrei
vigor, era a hora!


>Crek<





O barulinho que me denunciou... Havia pisado em um osso seco, pequeno...
o Ork largou as coisas e se virou olhar para trás, sua cara feia de
perto.
Spoiler:
 
Era pior, ele correu em minha direção com a mão levantada. Fui

para trás, e fiz um corte em arco com minha espada isso foi necessário
para mantê-lo alerta de que poderia se ferir, ele recuou. Ficou me
olhando por um tempo, encarei ele com minha espada e começei a me
locomover em círculo, olhando fixamente. Ví o ork olhar para o toco de
madeira, onde ele havia fincado, um machado de açougue. Ele correu até o
machado.


-NÃO!

Corri até ele, e golpeei com a espada em seu braço, que sangrou. Corri
para frente do toco, transmitindo a mensagem de ''Só por cima de meu
cadáver que você terá isso com você''
Ele avnaçou com os braços, rugindo que nem monstro, avançei também e
golpeei com a arma em arco novamente, ele foi para o lado, era incrível
como ele tinha até alguma inteligência... Não duvido muito, uma vez que
era um bom caçador de seres humanos. Ele tentou me agarrar, mas fui
esguio e deixei ele pegar apenas o vento que deixei no local anterior,
Eu tinha a visão de suas costas, mais ou menos, entrei com a espada, em
um golpe perfurante. Acertando em um local entre seus ossos da costela. O
monstro rugiu, se virou com uma braçada que me jogou de lado, acabei
largando minha rapieira, mas que droga...

Ele olhou para a espada e vi em seus olhos que ele ia pegá-la. Reagi
rapidamente, olhando para o lado, tive sorte em ver uma pedra média e
suja, peguei o objeto e taquei na cabeça do monstro... Me dando tempo para
levantar rapidamente e correr até ele, mas, não saiu bem assim, ele
também se recuperou rápido, e me pegou com suas mãos... enormes mãos...
Ele começou a pressionar meu pescoço... fazia força muscular nessa área,
puxei o máximo de ar que pude para não morrer cedo... Mas estava
começando a tossir. Ele me levantou... tinha uma força enorme, eu estava
pendurado, enforcado em suas mãos assassinas... Tentei não entrar em
pânico, com dificuldade, consegui pensar em uma forma de me livrar. Usei
minhas forças restantes para levantar as duas pernas e batê-las com
força no peito da criatura, felizmente, ela caiu, me soltando...
Mas eu cai também, puxando muito ar e tossindo... mas mesmo com a
agrganta dolorida e olhos vermelhos, me diriji até a espada, ele não se
levantou mais rápido do que eu, ele não tinha a leveza que eu, era um
brutamontes. Peguei minha rapieira, olhei para ele, que estava próximo e
mais a frente, quase sentando pra se levantar. Chutei com o bico do
sapato em seu queixo, isso não bastou, ele hesitou, ergui minha espada, e
mergulhei ela no coração da criatura. Isso bastou....


O corpo do ork amoleceu, depois do choque. Puxei de volta a espada,
fiquei alí,observando o ogro por um tempo, meu desespero foi enorme
quando ele se mexeu bruscamente, reagi rapidamente, com a adrenalina, e
decapitei o monstro... Agora não teria problemas. Estava cansado, com
dor no pescoço e de garganta, tomei um tempo para respirar enquanto
tirava do bolso minha máquina fotográfica, tirei foto da criatura,
coloquei a máquina mais a frente e apoiada em um tronco de arvore para
tirar uma foto minha com o ork. Eu tinha agora... a prova necessária.


Quando voltei ao beco, minhas coisas ainda estavam lá... usei um pano
para limpar a rapieira, guardei a máquina, bebi mais água... estava
cansado, mas aquele terror estava terminado. Embrulhei minha rapieira,
tentei recuperar a imagem saudável, pentenado os cabelos e arrumando a
roupa. Andei de volta até o ponto de ônibus... Eu só queria voltar pra
casa agora... Depois mandaria a carta de volta a governo, com as fotos e provas.
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MensagemAssunto: Re: ~Missão One-Post ~ The Ork   Qui Fev 02, 2012 7:52 pm

Viajei para a Irlanda.
Fiquei sabendo de algumas... recompensas legais, e precisava delas para ganhar mais Experiência.

Nada levava nas mãos, pelo que li, a criatura era um Ork, poderia cuidar dele com as próprias mãos.
Ao chegar na Irlanda, era de noite, tinha invadido o lugar das bagagens e aproveitei para me alimentar de um cachorro, que dormia em sua casinha/bagagem. Ao chegar na cidade, já fui direto a um Táxi, os taxistas costumam saber bastante sobre a cidade inteira, pouparia-me.

Ele ficou um pouco assustado, mas eu disse que daria uma ótima quantia em dinheiro a ele se me levasse até lá. Mostrei a ele todo o meu dinheiro e ele me levou rapidamente. Sosseguei no carro, enquanto o taxista me levava para longe...
No fim, ele me deixou em um bairro sujo e fedido, sai do carro e fui até ele, estiquei o braço para mostrar o dinheiro, e no momento em que ele ergueu o braço para apanhar meu dinheiro, puxei seu braço para fora do carro e dei um tapa em sua cabeça, com força, capaz de quebrar seu pescoço e mata-lo de vez. Suguei todo o seu sangue, não deixei uma gota... apenas deixei o cadáver no carro, estava alimentado, fortalecido, em ótimas condições para aniquilar a criatura.

Corri até o final do bairro, que estava mal iluminado e deserto, corri até avistar uma casinha isolada, provavelmente, a última casa do bairro. Não tinha porta, como estava escrito no e-mail, era ali que a criatura estava. Pelas sombras, fui até a casa, que ficava perto da floresta, nela, pude avistar ossos humanos, vítimas do Ork, provavelmente... enfim, estava ali pela recompensa, esse era meu objetivo.

Fiquei na frente da casa, e bati palma:
-Alô, tem alguém aí?

Esperei, olhei atentamente para a porta, e um ser, enorme, saiu de lá... apenas ficou em silêncio me observando.
-Nossa, finalmente alguém... sabe, é que eu estou perdido e...
A silhueta se locomoveu, em minha direção, obviamente, eu era mais rápido que aquilo, corri para o lado e depois, para as suas costas, havia apenas uma luz na rua, corri até a criatura e dei um chute lateral, usando minha força para manda-lo para o local da luz. Lá, poderia vê-lo melhor... desejei por um tempo, não ter visto-o, era feio demais...
-Nossa cara... que nojo de você,te matar vai fazer bem para a paisagem desse bairro, que já tá em condições precárias...
Ele se levantava, com dificuldade, corri até a criatura e subi em cima de suas costas, usei da força para torcer o pescoço do monstro.
-Adeus...
Arranco a cabeça da criatura... Foi fácil mata-la, eu estava alimentado e fortalecido, tomei um humano inteiro. Volto para as ruas principais, escondo a cabeça do monstro em um canto, peço carona de outro taxi...
Outra vítima...
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MensagemAssunto: Re: ~Missão One-Post ~ The Ork   Sex Fev 03, 2012 1:17 pm

O Ogro Malvado

••••••


A vida sem desafios era como uma vida qualquer. E eu nunca seria uma garota qualquer. Certamente que ser um demônio facilitava as coisas para mim da mesma forma que proporcionava aventuras realmente perigosas. Nos últimos tempos, nada demais acontecia que me fizesse ter a adrenalina correndo pelo meu sangue e isso parecia deteriorar meu precioso bom-humor... Até que eu ouvi sobre a história que corria solta pela Irlanda. Aquele local era por deveras mágico, além de ser como uma segunda casa para mim.

Disposta a ter a recompensa, embarquei no primeiro avião que encontrei para a terra dos mitos célticos. Ao desembarcar, bastou que perguntasse aqui e acolá onde era a cidade dos rumores, onde um terrível homem aterrorizava. Os habitantes me olhavam como se fosse louca por querer ir àquele local, alguns tentavam fazer com que mudasse de ideia, outros ofereceram locais melhores para ir, mas nenhum me atraiu quanto o perigo que aquela cidade estava por ofertar.

Aluguei um sedan popular para poder dirigir até a cidade, já que não se encontrava tantos transportes indo naquela direção pelo índice de morte. Na cadeira ao meu lado não havia equipamentos de combate, mas sim um bom doritos e uma garrafa térmica com chocolate quente. Ao chegar a cidade não me surpreendi pelo fato de todos quererem evitar o local, me sentia na cidade das baratas e ratos, o local era terrivelmente imundo. Estacionei o carro na praça da cidade, tirei o óculos escuro que estava preso a minha cabeça e o posicionei a frente dos olhos. Finalmente sair dando graças a minha esperteza por não ter vindo com roupas de grife, ou as teria matado só por estar presente em um local como esse.

Meu plano era simples. Ao que dizia os boatos, aquele homem feio seqüestrava as mocinhas... E bem, ao que parecia eu era a única donzela a aparentar estar em perigo na região. Sentei sobre o capô do carro para comer o doritos e beber do chocolate quente. Tinha duas alternativas, esperar que ele viesse até mim ou ir até ele. Preferia a primeira opção pois fingir-se de vítima sempre era mais fácil. Mas, para o meu desencanto, o homem infrator não apareceu, deixando-me a sós com aquela cidade desabitada. Respirando fundo, saltei do banco da frente e comecei a caminhar atenta, mas aparentando estar distraída.

-Olá, tem alguém por aqui? Eu acabei me perdendo – gritei pelas ruas para chamar a atenção.

Estava me aproximando da última casa da rua quando a porta se abriu de vez. O homem grande de mais de dois metros saiu usando roupas bem estilo Hulk transformado e fedia tanto que tive vontade de correr. Então era esse o problema todo. Comecei a recuar, mas o homem correu mais rápido e me pegou pelo braço, erguendo e levando para dentro da casa. O ogro era realmente feio, cheio de verrugas e com uma bolsa ao lado que eu tinha certeza ser de pele humana.

-Solte-me seu bruto! – exclamava enojada.

-Você ser minha! – ele falou com uma felicidade infantil – Ser meu jantar ou ser minha esposa.

-Só pode ser brincadeira.

Dentro da casa ele me jogou em um sofá sujo e quebrado. Olhei ao redor. A casa era pequena, a sala era mais suja do que a cidade, os canos quebrados impedia a circulação certa da água. Perto dessa sala estava um caldeirão fervendo e eu podia jurar que tinha uma mão girando lá dentro. Em um canto podia ver roupas femininas rasgadas e sujas de sangue ou de poeira. Engoli em seco me perguntando pela primeira vez o que tinha feito. Bem, pedi por desafio, ali estava um.

-Não quero ser o seu jantar – disse fingindo medo.

-Então será minha mulher – o ogro riu feliz.

-Não! Você tem outras! – exclamei fingindo raiva – Não sou a única, vejo roupas dela por ai.

Levantei e andei devagar, sem muito alarde, para perto do fogo que esquentava o caldeirão. O ogro coçou a cabeça e olhou ao redor para os restos das moças que provavelmente tinha devorado.

-Mas agora você ser a única na casa – ele argumentou – É minha e ponto final.

-Então chegue mais perto.

Meio desconfiado, o ogro avançou e eu quase vomitei de tão feio que ele era. Há certas coisas que a aparência não importa, mas naquele momento aquele monstro era o que se podia dizer “feio de doer o coração”. Literalmente. Quando ele se aproximou o suficiente, manipulei o fogo existente e guiei as chamas em direção ao rosto do ogro. Ele saltou para trás em um urro de dor. Gritava algo como vadia traidora ou coisa parecida, nada do que eu já não estivesse acostumada. Corri pela casa em busca de algo para ser usado como arma, mas o ogro logo havia se recuperado e ido atrás de mim. Ele era maior e o espaço era pequeno, não foi difícil para ele me pegar e jogar contra a janela de sua casa, a quebrando e me arremessando para fora de casa.

Minhas costas ficaram feridas e antes que acertasse mais o chão, fiz com que minhas asas de demônio crescesse rasgando a minha blusa bem onde elas nasciam. Bati elas duas vezes para conseguir me por de pé em equilíbrio e ao erguer o olhar, lá estava a visão mais feia do mundo derrubando a parede da casa que não era lá muito resistente. Comecei a fugir e isso não era vergonhoso, era apenas uma busca por algo que me desse vantagem. Por ventura, os canos da cidade também estavam quebrados e achei um fino e sujo, mas que iria servir por enquanto. O peguei e parei, escondendo o cano atrás de mim, deixando que o ogro viesse em minha direção.

-Irei devorar você! – ele exclamou irado enquanto se aproximava.

-Geralmente essa fala é minha – murmurei irônica.

Mais perto... Mais perto... Ele já esticava o braço... Agora. Pus o cano a minha frente como se segurasse uma espada, a velocidade do ogro em sua corrida dava mais impacto, o suficiente para fazer com que o cano atravessasse seu corpo, sem contar a força que eu mesma utilizei. Ele não havia morrido, mas ao tê-lo de joelhos a minha frente, pude me reclinar e tocá-lo, aproximar meus lábios dos dele e sem ter o contato propriamente dito comecei a sugar a energia dele, que vinha como filete de luz azulada de dentro da boca dele. Isso foi o fim para o ogro, que morreu sem energias, com aquele odioso sorriso nos lábios.

Depois disso, fui em busca de minha recompensa, não sem antes tomar um longo banho, claro.
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MensagemAssunto: Re: ~Missão One-Post ~ The Ork   Sex Fev 03, 2012 3:21 pm




O Ogro-Irlanda-12:00 pm



A papelada era enorme,planos planos e mais planos, cartas de pessoas pedindo ajuda,carte de proposta de organizações e diversos empregos, eu estava crescendo na Austrália, sempre gostei muito daquele lugar, e calmo o canto dos pássaros sempre me faz relaxar de modo que eu me revigoro e me encho de força novamente, afinal nessa vida e preciso arroz para viver e flores para ter pelo que viver.

Enquanto eu estava vendo minhas correspondências uma me chamou atenção, de um velho amigo meu irlandês ele já me ajudou no passado quando eu era menor, acho que estava na hora de retribuir o favor. Peguei o primeiro vôo para Irlanda e no caminho tomei meu café e relaxei a viajem inteira, ao chegar peguei um ônibus para aparte mais rural onde meu velho amigo estaria.

Ao chegar ele me recebeu de braços abertos, conversamos sobre coisas do passado sobre minha infância e o quanto eu era revoltado com a vida, de fato eu ainda sou a diferença e que eu posso matar agora.ele trouxe um chá, o ambiente era frio, o vento soprava forte la fora, a lareira esquentava o Maximo possível mas o sorriso de meu velho amigo de 68 anos era mais forte e caloroso. Ele me explicou que um terrível ogro estava a solta destruindo pequenos vilarejos e matando pessoas inocente e causando um grande desequilíbrio sobrenatural e ecológico. Obviamente não fiquei nada feliz com a noticia e me aprecei a matar o Ogro.

Cheguei ao ultimo local que ele foi visto, era noite e estava muito frio como de costume, avistei pegadas e decidi seguir sorrateiramente,andei cerca de trinta minutos ate achar uma pequeno vilarejo em ruínas e um Ogro que estava tentando correr atrás de uma criança que também corria mas ela não parecia ter muito medo pelo contrario parava as vezes e tentava acertar o olho do mostro com pequenas pedras que estavam em sua mão, ele me surpreendeu. Não poderia elogiar ele logo em seguida caiu e tropeçou, quando o Ogro foi atacar a criança coloquei minhas duas mãos em x de modo que bloqueasse o grande braço do mostro, eu tinha quase a mesma altura que ele perdia por 20 cm, mandei o garoto correr mas ele se recusou e tacou outra pedra no olho do ogro e dessa vez foi milagrosamente um sucesso. Aproveitei que o mostro estava sem ver e peguei o garoto e corri, coloquei o menino atrás de uma arvore e fiz sinal de silencio então gritei de traz da casa...

-Estou aqui!! * o mostro correu na direção da casa e eu espertamente mudei de casa fui para outra e gritei novamente*

-Não estou aqui!!* fiquei trocando de casa em casa e o ogro burro se confundia cada vez *

Por fim quando ele estava quase caindo corri em direção a ele pulei e soquei-o no meio de sua feia face fazendo o mesmo voar alguns metros inconsciente . andei ate o mostro lentamente e arranquei sua cabeça com minhas mãos. Levei o garoto ate a casa de seus tios a qual ele me indicou, no final levei a cabeça ate a casa de meu amigo e ofereci de presente para ele colocar em sua modesta sala. A viagem de volta foi bem tranqüila, mas ainda tinha muito o que fazer.
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MensagemAssunto: Re: ~Missão One-Post ~ The Ork   Sex Fev 03, 2012 3:30 pm

---- Missão encerrada ----

MArcus King e Lauren Graham - Receberão os prêmios.
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MensagemAssunto: Re: ~Missão One-Post ~ The Ork   

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~Missão One-Post ~ The Ork
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