The Other Side

Tudo nesse mundo há um outro lado. O bem e o mal, a paz e o caos, o ying e o yang. Um segredo que poucas ou algumas pessoas sabem. Você também tem um lado que esconde quem você realmente é.
 
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De olho na trama
As coisas mudaram... E mudanças nem sempre são coisas ruins, mas algumas podem ser complicadas, bastante complicadas. O mundo tornava-se outro, os antigos mestiços criados pelos demônios e anjos haviam sido exterminados, um grupo radical contra a mestiçagem havia sido responsável por isso. Alguns diziam defender a soberania de cada espécie, bem ou mal, o equilíbrio não podia dar conta de espécies tão poderosas e quase todos os mestiços criados haviam sido mortos. Quase... Victória, a híbrida filha de Kirei e Samantha (Uns dos primeiros personagens do TOS), ainda sobrevivia, mas para que sua vida fosse preservada, agora, ela não mais contaria com a ajuda de Evie Farrier e Kirei, personagens poderosos que sempre atraem atenção pra si, seria por ela mesma. Sozinha no mundo, para própria segurança, Victória irá conhecer um mundo sobrenatural diferente do que estava acostumada... Tritões, Fadas, Elfos... Havia muito mais sobre o mundo do que se imaginava e cada dia virará uma experiência completamente diferente. Com apenas 18 anos de, mas muita coragem, Victória tem de sobreviver às recompensas pela sua cabeça e aos extremistas que precisam eliminar os mestiços. Todavia, a garota não estará só. Os amigos e fiéis a Kirei, Evie e Samantha ainda protegerão a menina, mas isso será o bastante? Em que time você, The Other Side‎, irá jogar? - Um aliado dos primeiros players do TOS? - Um extremista? - Um caçador de recompensas? - Ou talvez queira ser apenas um sujeito normal... Dessa vez, a trama é inteiramente sua.
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 ~ missão one-post ~ A loira

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AutorMensagem
The Other Side
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Mensagens : 165
Data de inscrição : 03/02/2011

Ficha TOS
Atributos:
AtributosFVDACIMRPWP
Pontos

Energia:
100/100  (100/100)
HP:
100/100  (100/100)

MensagemAssunto: ~ missão one-post ~ A loira   Qui Fev 09, 2012 8:35 pm

Código:
Simony, esse era o nome da Italiana mais perigosa de uma pequena cidade italiana.
Ela era uma bruxa, não uma bruxa com varinhas e feitiços, mas uma wicca com rituais e ceitas secretas e o mais interessante sobre ela era o seu amuleto da lua.
O amuleto da lua é um objeto mágico capaz de tornar qualquer objeto ou pessoa feia em algo belo, portanto, a loira e linda Simony Berllusconi era um perigo. A beleza dela era uma magia falsa mas a levou a muitos lugares impróprios, ela havia subornardo pessoas, chantageado outras tantas e agora ameaçava o primeiro ministro pois portava uma foto de uma mulher de cabelos claros, feia, desproporcional, chei de sardas e espinhas fazendo sexo com ele.
Seria um escândalo duplo, o sexo e a feiura da mulher que ele via como uma verdadeira musa de beleza e sabor.
Todavia, a dor de cabeça quando chega a níveis altos merece um pouco de analgésico, então o ministro pôs a cabeça daquela mulher a prêmio, mas ela era esperta demais para ser capturada e sua beleza podia mudar de acordo com a forma que usava o medalhão, virando - a loira - em qualquer tipo de mulher bonita que se imagine.

A Simony é facilmente encontrada num bar cowntry da cidade, o bar é mal frequentado, possui muitas mesinhas e um balcão rústico de madeira no centro do espaço mal decorado. Tem som alto e muitas mulheres lésbicas, além de pessoas não tão bonitas e homens de tirar o fôlego - a maioria gay.
Simony costuma largar o amuleto na bolsa na espera de que alguém conversa com ela pela sua aparência normal, mas sempre cansa de tanto esperar e usa o amuleto para levar algum homem para cama e tentar preencher um vazio enorme dentro de si.

Boa sorte, Player, consiga o amuleto.





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- 600¢
- O amuleto {Dê de presente para alguém, já que não precisa}
- 50XP
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MensagemAssunto: Re: ~ missão one-post ~ A loira   Sex Fev 10, 2012 11:37 pm

Gianluca prestava bastante atenção no que ouvia da pequena TV do estabelecimento. Havia largado o seu Martíni de lado, tomado por um instinto feroz de curiosidade. “Quem diria... um escândalo desses.” Um dos ministros havia se envolvido com uma mulher, aparentemente fora de seu casamento. A mídia havia tentado abafar o caso, ao menos as que foram subornadas para tal. Mas as outras caíram em cima do pobre homem como hienas atrás de carne. Era uma chance única, e poderia render um bom ibope, sem falar nos danos posteriores ao ministro.

O jornal saiu do ar para deixar uma propaganda tomar seu lugar, e o Inccubus já se preparava para sair do bar quando escutou uma conversa no balcão.

— Ah, não é lá grande coisa! A recompensa é pequena pra tanto trabalho, e eu escutei falarem que ela é uma bruxa... — um dos homens dizia, abaixando o tom ao ver que Gianluca os observava.

Aproximou-se, sorrindo como se os conhecesse, e tratou de descobrir mais sobre aquilo. Afinal, era uma boa chance.

— Então rapazes... o que diziam?

Ambos se entreolharam, nervosos, como se estivessem escondendo um segredo, mas a atração que sentiram pelo Inccubus era forte, e logo os meros humanos contaram tudo o que sabiam.

— Uma mulher tem chantageado o ministro, dizendo que tem em mãos uma foto dele na cama com uma mulher feia, toda sardenta. Ao menos é o que dizem. — um deles explicou, ainda desconcertado com a presença do demônio, embora não soubesse da aura que este emitia.

Mas aquilo não bastava. Ouvira um deles falar sobre alguma 'recompensa', e tinha se interessado quase que instantaneamente. Dinheiro fácil, via de regra. Mas aí dependia de qual era o objetivo. Debruçou-se, os cotovelos apoiados no balcão e os olhou, os olhos fitando um de cada vez.

— Algo mais? — inquiriu Gianluca.

— Não... digo, sim, há também uma recompensa. Parece que o ministro sabe onde ela fica, e quer acabar de vez com esta história.

“Cada vez mais interessante.”

— E onde seria este lugar? — perguntou calmamente.

— Ahn, é um bar country, não muito longe daqui... — o homem a direita coçou a cabeça, como se tentasse lembrar, e por fim, deve ter lembrado. — Ah sim! É a 3 quarteirões daqui, e costuma funcionar de noite, todos os dias. Não é lá um local tão agradável... e a mulher participa de diversas ceitas. Parece uma louca, chantagista, e o ministro não quer-la mais... nesse estado. — o homem completou a fala com um gesto de aspas, e nada mais precisava ser dito.


Já era o suficiente. Satisfeito, deu-lhes um sorriso agradecido e saiu do bar. Foi caminhando sem muita pressa, pensando no que o ministro estava pensando ao dormir com uma mulher daquele tipo. Sim, não era novidade alguma que os políticos se envolviam com mulheres de programa ou relações fora do casamento, mas aquilo... Não demorou muito para achar o tal bar. Era meio escondido, apenas uma porta de entrada, mas o som que vinha lá de dentro alardeava para bem mais longe.

Preparou-se antes de adentrar no lugar. A mulher deveria ser bem estranha, participando de ceitas, coisas como essas. E o ministro... como ela conseguira tal foto? Suspirou, sabendo que não poderia tirar conclusões antes de vê-la. Mas teria de ser cauteloso. Não sabia com o que lidava, e poderia ser mais perigoso do que imaginava.

Se surpreendeu a ver o lugar mais lotado do que havia julgado possível. Pensara, primeiro, que o local estaria vazio ou com pouca gente. A realidade, no entanto, era outra. A música, algo como um country misturado com música eletrônica estava soando alta. A decoração do lugar era horrível; nada combinava com nada, e a música era outro ponto negativo. Mas, por fim, algo salvou sua noite. Algumas das pessoas eram bem atraentes; mulheres com roupas curtas umas perto das outras, trocando beijos e outras carícias. Os homens também não eram nada mal, exceto por algumas excessões. Estes últimos, por sua vez, eram bem deploráveis.

Homens de meia-idade ou mulheres mais velhas que deveriam ter se 'descoberto' tarde da vida, ou escondido por muito tempo. Pareciam pessoas infelizes; frustradas com uma vida de mentira, encobertas com um esforço enorme. E, por fim, paravam ali, naquele local, a procura de um grande amor (ou, no caso deles, uma boa transa). Só então o Inccubus percebeu a fome que sentia... uma fome de energia. Muitos haviam olhado-o entrar, e, como sempre, ainda estavam fixados em sua visão. Um homem sorriu-lhe de longe, acenando para se aproximar, mas ele não foi, preferindo explorar o local. “Ela já deve estar aqui...” Olhou atento para todos os cantos, e, em uma das mesas mais afastadas, havia uma mulher sentada.

Mesmo de longe, dava para ver que não era bonita. Ao chegar mais perto, Gianluca percebeu que ela era cheia de sardas, gorda, e não parecia se cuidar muito bem. A única coisa que poderia chamar alguma atenção nela era um colar em seu pescoço, bastante bonito. Perdeu o interesse nela de rapidamente, voltando sua atenção aos mais atraentes do bar. Aproximou-se de uma mulher atraente, ruiva, olhos claros. Sua roupa era bem curta, e seu decote bem generoso. Esta, por sua vez, também ficou logo feliz ao ver que o homem que havia atraído a atenção de todos no bar caminhava em sua direção.

Como sempre era com os humanos, fora algo fácil. Tocou sua mão de leve, mas a fome era maior, e beijou-a rapidamente, num frenesi por energia. Seus lábios eram doces, vermelhos, macios, mas o demônio quase não prestava atenção a isso. Mas, após algum tempo, percebeu um leve cansaço na mesma, e viu que estava indo longe de mais. Soltou-a sem pressa, mas interrompendo qualquer carícia para que ela não ficasse ainda mais esgotada. Percebeu, com o canto dos olhos, que a mulher gorda havia entrado em uma porta do outro lado do lugar, provavelmente o banheiro.

“Onde estávamos mesmo? Ah é, procurando a mulher.” Olhou novamente pelo bar, procurando uma mulher que não conhecia. Talvez o homem do bar tivesse mentido, e não houvesse recompensa ou psicótica alguma com uma foto do ministro em ação. Ação... riu da palavra, pensando em como seria ser um homem gordo como aquele junto com outra aberração... deuses. Pensou em abandonar a procura, e não teria uma noite tediosa com tantas opções no local e algumas eram bem tentadoras.

Sem mais muito interesse na ruiva a sua frente, olhou em volta do local pela segunda vez, e viu uma mulher de tirar o fôlego. Ela era linda: lábios cheios vermelhos, olhos azuis e uma cabeleira loira que escorria em cachos por seus ombros, e iam até a cintura. De imediato, o Inccubus julgou-a algum ser sobrenatural. Tamanha beleza... Ele julgou-a umas das mais lindas pessoas que já havia encontrado, e tinha-o na mão apenas por estar olhando-o. E, naquele olhar, descobriu interesse. “Interesse...” movido pelas emoções levantou-se, chegando perto da mesma ainda sem acreditar que tal beleza poderia existir. Sorriu-lhe de forma casual, um ponto de nervosismo fazendo sua voz sair num timbre menor do que o usual.

— Er... Olá. — as palavras se misturaram em sua mente, e ele tentou improvisar um olá firme, mas sem muito sucesso.

Viu que os Deuses foram bastante generosos com ela. Seu decote deixava uma mostra de seus seios firmes aparecerem, e sua saia poderia ser considerada a de uma prostituta de tão curta. Não usava maquiagem, isso percebeu rapidamente. Olhou seu pescoço, onde um colar complementava-lhe o visual já perfeito. Ela sorriu e ajeitou o cabelo atrás de uma das orelhas, um gesto que fez o coração de um mestre em sedução.

— Olá! — ela respondeu, divertida. — Perdeu o interesse em sua ruivinha, hein? — ela lançou um olhar de escárnio para a mulher, que estava sentada um pouco afastada de nós.

— Há sempre coisas melhores. — disse, avaliando-a novamente, sem pressa. — Uma beleza rara você é... Russa, talvez?

A mulher olhou-o nos olhos, agora rindo. Parecia se divertir com a situação, o que só excitava-o mais.

— Errou... sou francesa, querido. — ela contornou seus lábios com o dedo indicador, e ele resistiu a tentação de mordê-lo, mordê-la, beijá-la ali, naquele momento.


A hipnose começava a passar pouco a pouco, embora o desejo continuasse o mesmo. Mais controlado, o demônio sentiu-se mais confiante, e o sedutor fatal havia voltado a assumir o controle.

— Então, como devo chamá-la? — perguntou.

— Sem nomes, querido. Tudo fica melhor assim. Sem nomes, sem compromisso. — ela respondeu, atrevida.


“Ela é boa. Infernalmente boa.”

— Então... o que veio fazer neste lugar? — ele perguntou, tentando restabelecer o controle.

— Esperava que você me dissesse primeiro. Um cavalheiro sempre se apresenta a uma dama, não? Ah, espere, acho que esse tipo de gente não frequenta bares como esse! — ela olhou em volta, seus olhos mostrando depreciação. — Mas não sou muito dama. E você tampouco parece cavalheiro.

— Acertou. — ele levantou os braços, dando-se por vencido. — Então eu sou o vagabundo...

— ... e eu a vagabunda. A vadia. Diga como quiser. E, respondendo a sua pergunta, venho por diversão. Por gostar de diversão. — ela disse sem delongas.


“Controle-se, controle-se...”

— E sempre consegue encontrar algo bom para sua diversão? — perguntou.

— Não... muito atraentes por fora, mas horríveis na cama, embora... — ela se aproximou, pondo os lábios perto de sua orelha, mordendo-a de leve. — Sempre haja uma outra opção.


Perdeu seu último fiapo de sanidade. Tomou-a nos braços, apertando-a contra seu peito e a beijou ávido. Mal se importou com a energia dela... ah, como desejava seu corpo. Ela correspondia a altura, talvez um pouco desajeitada, mas também fervorosa. Encostou-a na parede, beijando-a. Parou por alguns segundos, recuperando o fôlego. Os olhos dela estavam esbugalhados, e parecia um pouco cansada.

Gianluca tentou se controlar, mas parecia tão imposssível... ela deixava-o louco. Porém, repentinamente, ela começou a chorar. Grandes soluços e lágrimas rolando por seu rosto perfeito. Ele, surpreso, tentou limpar-lhe as lágrimas, dando beijos em sua bochecha e perguntou rapidamente.

— O que aconteceu?

Ela demorou um pouco para responder, olhando para o teto.

— Nada. Você não entenderia.

— Posso ter ao menos uma chance? — perguntou.

— Você... eu, isso vai acabar hoje. Depois dessa noite, não haverá mais nada entre nós. — ela respondeu, como se não fosse óbvio.

— Esse é o conceito de diversão, não?

— Não é só isso... há outra coisa envolvida. — Com um suspiro, ela pegou na mão dele, conduzindo-o para fora do local.


As ruas estavam mais escuras, o céu já de noite. Perdera a noção do tempo lá dentro.

— Eu não sou bonita.

— Como assim? Você é perfeita! Infernalmente perfeita! — ele disse, incrédulo com tal comentário.

— Não sou! Essa... não sou eu. — ela olhou para o chão, parecendo prestes a desabar.

— Como assim? — perguntou um Inccubus confuso.

— Essa... forma. Isso não sou eu.


Ela não chorava, mas seus olhos estavam brilhantes do choro e sua voz ainda emocionada.

— Ainda não entendi. Você fez plástica, algo desse tipo...?

— Não! Essa loira perfeita! Essa aqui! — ela apontou pra si mesma. — Eu sou diferente.

— É claro que é. Você é... indescritível.


Ela parecia cansada. Era como se estivesse carregando um fardo enormemente pesado, e suas costas começavam a se curvar pelo esforço. Com alguma relutância, ela fez um gesto e mexeu em seu colar, e o que aconteceu foi grotesco demais para ser descrito com perfeição. “Deuses! É ela!” A gorda que estivera sentada no bar, uma mulher feia, desproporcional. A mente do demônio começava a trabalhar, e ele percebeu que seu trabalho estava bem a sua frente. O tempo todo debaixo de seu nariz, e ele nada percebera! Começou a bolar uma estratégia rapidamente, analisando a situação.

— Você continua perfeita. — comentou, sorrindo.

— Não minta para mim. Sei muito bem como deve ser me olhar agora... essa coisa horrível que sou.

— Não fique assim! Você é linda, eu sei disso porque vejo-a agora... — a mão dele foi até o rosto da mulher, onde tocou-o com gentileza forçada, mas completamente treinada.

— J-jura? Não me acha... horrível?


“Pior do que imagina.”

— Você é linda. Não deveria ser de outra forma... — analisou as espinhas em seu rosto, suas formas desproporcionais entre si. Mas o jogo continuava.

Avançou um pouco, abraçando-a com ternura inexistente, e puxou-lhe o queixo para cima, olhando-a nos olhos, ignorando qualquer ânsia de fugir dali.

— É difícil encontrar pessoa com tal beleza. — mentiu. — E você é especialmente... linda.

Beijou-lhe os lábios, um gesto completamente atípico de um ser que procurava a beleza em toda a sua caça. Sua mãos seguravam-na na cintura firmemente, e a beijou com fervor. Não porque gostasse; estava odiando o beijo, mas era necessário para tirar sua energia. E, após alguns minutos assim, ela parecia exausta, pálida. Mas, mesmo assim, ela sorria. Feliz. Morrendo, mas feliz. Quem imaginaria, alguém como ela encontrar seu anjo após tantos anos tendo de se disfarçar... o problema é que ele não era um anjo. Era um demônio, e não ligava para ninguém que não fosse ele mesmo. Num último delírio, ela sussurrou:

— Obrigada, meu anjo, eu te amo tanto... — não completou a sentença.

Morreu, esgotada, completamente esgotada, e Gianluca adicionou esse beijo para um dos piores que já tinha tomado ou roubado. Foi simplesmente... ruim. Arrastou-a um pouco pela rua vazia, pegou o colar em seu pescoço e começou a gritar, desesperado. Algumas pessoas saíram apressadas do bar country, outras olhavam de algumas janelas, e logo o Inccubus começou a explicar o que tinha acontecido.

...

No fim, a polícia havia acreditado na hipótese do infarto. Ela era uma mulher gorda, que não se cuidava, e não havia sido identificado nenhuma toxina em seu sangue, apenas a saliva de um homem em sua boca; o que não era nada incriminador. O ministro agradecera, a recompensa havia sido dada em segredo, e como bônus, havia ficado com o colar. Enfim, mais um crime. Mais um acontecimento qualquer na vida do Inccubus.

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