The Other Side

Tudo nesse mundo há um outro lado. O bem e o mal, a paz e o caos, o ying e o yang. Um segredo que poucas ou algumas pessoas sabem. Você também tem um lado que esconde quem você realmente é.
 
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De olho na trama
As coisas mudaram... E mudanças nem sempre são coisas ruins, mas algumas podem ser complicadas, bastante complicadas. O mundo tornava-se outro, os antigos mestiços criados pelos demônios e anjos haviam sido exterminados, um grupo radical contra a mestiçagem havia sido responsável por isso. Alguns diziam defender a soberania de cada espécie, bem ou mal, o equilíbrio não podia dar conta de espécies tão poderosas e quase todos os mestiços criados haviam sido mortos. Quase... Victória, a híbrida filha de Kirei e Samantha (Uns dos primeiros personagens do TOS), ainda sobrevivia, mas para que sua vida fosse preservada, agora, ela não mais contaria com a ajuda de Evie Farrier e Kirei, personagens poderosos que sempre atraem atenção pra si, seria por ela mesma. Sozinha no mundo, para própria segurança, Victória irá conhecer um mundo sobrenatural diferente do que estava acostumada... Tritões, Fadas, Elfos... Havia muito mais sobre o mundo do que se imaginava e cada dia virará uma experiência completamente diferente. Com apenas 18 anos de, mas muita coragem, Victória tem de sobreviver às recompensas pela sua cabeça e aos extremistas que precisam eliminar os mestiços. Todavia, a garota não estará só. Os amigos e fiéis a Kirei, Evie e Samantha ainda protegerão a menina, mas isso será o bastante? Em que time você, The Other Side‎, irá jogar? - Um aliado dos primeiros players do TOS? - Um extremista? - Um caçador de recompensas? - Ou talvez queira ser apenas um sujeito normal... Dessa vez, a trama é inteiramente sua.
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 Missão Hunter -> Ayara Yumi

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MensagemAssunto: Missão Hunter -> Ayara Yumi   Ter Fev 21, 2012 11:00 pm

Não tem porquê acreditar que as pessoas podem se regenerar... Se errar é humano, é muito mais humano repetir seus erros sempre e sempre, essa é a fraqueza humana e é por isso que os humanos devem ser aniquilados, mesmo os humanos mutantes como eu... Somos todos uma ameaça e como nós, aqueles que carregam a benevolência, ou monstros ou anjos, não existem meio termos e eu estou disposta a provar isso pro mundo, sempre estive.

Eram umas 4h da manhã, esse horário costumava me acalmar, mas durava pouco até o dia chegar. A noite era o meu turno ativo, o dia costumava ser longo, cheio e cansativo... Mas as 4h da manhã mesmo os bêbados já haviam silenciado seus desvaneios ébrios, era a hora em que o mal já havia possuído a noite e os grilos cantarolavam sem saber. Naquele horário eu vi pelo meu celular o fórum do underworld, vi que havia uma alma a ser ceifada, uma alma que talvez valesse a pena... Era uma presa humana. Me propus a buscar a vítima e entregá-la viva, eu mataria apenas se necessário. Aprendi que o peso da morte pode ser muito mais largo que dois ombros magricelos e doentes como os meus.
Deixei o ar invadir meus pulmões, as vezes ele faltava e não havia como fazê-lo atingir meus alvéolos, mas as vezes - como naquele momento - o ar invadia com tanta força e tão gelado que doía. Pus meu bastão nas costas, preso a uma armação de tecido que facilitava o meu deslocar com ele, eu usava um capuz roxo escuro comprido até os tornozelos, sapatilhas pretas de tecido e solado de borracha, uma calça de malha e uma blusa polo feminina também preta, meus olhos esquadrinhavam os lugares por onde eu anotara as informações necessárias sobre a vítima.

Anna Fiorini, filha de um banqueiro.
20 anos, drogada, rebelde, presa por agressão duas vezes, detida por direção perigosa outras tantas. Foto, endereço da residência e dos locais frequentados em anexo.

Nenhuma outra informação, provavelmente estavam coagindo o papai rico e ele, provavelmente, pisou na bola com os opressores e bem... Tudo tem um preço e aquilo parecia mais um favor do que uma punição, quem não iria querer se livrar de um tipo tão problemático como aquele? Eu adoraria.
Estava na hora de estudar mais sobre a vida tão pública daquela família, não sei bem por que ainda me espantava com as mazelas dentro de círculos familiares aparentemente tão bem sucedidos, era tedioso como isso se repetia, tão infantilmente espalhava-se a desgraça que me fazia pensar no motivo das pessoas continuarem fazendo as mesmas coisas e chorando pelas mesmas consequências.
Passei o resto da madrugada olhando fotos diferentes, reconhecendo o estilo de vestes, os escândalos envolvendo a garota, conhecendo suas dores e ela tão profundamente como qualquer um tinha acesso, mas poucos faziam. Esses sites de fofoca falam de tanta gente que quase ninguém retia informações sobre um desses personagem difamados, eram os reais 15 minutos de má fama e o anonimato outra vez até um papparazzi desempregado resolver tirar mais fotos pessoais e comprometedoras por aí ou uma fala delicada em público, saída sem querer num impulso. Famosos não podem ter impulso, a opinião pública é capaz de criar monstros de ar, com palavras isso é ainda mais fácil e pitoresco...


No dia seguinte eu andei pelos lugares que Ela costumava frequentar, encontrei-a em um deles e por sorte ou destino a ouvi marcar com alguma garota em algum motel, a segui e descobri mais uma coisa que talvez fosse útil. Era lésbica. A garota com quem ela estava era morena e alta, fazia o tipo de mulher Megan Fox, parando o trânsito desde os 15 anos.
Coisas que aprendi vendo humanos é que eles são bastante influenciáveis e adoram ser ouvidos, alguns mais soberbos, outros meigos e cheios de fingimento de bondade. Mas todos extremamente carentes e magoados, perdendo seu tempo com a dúvida e a angústia ou caçando dinheiro alheio. As vezes, as duas coisas.
Depois daquela sondada eu passei uma tarde num shopping, roubando roupas parecidas com a da garota. Eu, definitivamente, não sabia usar coisas tão extravagantes e marcantes, não conseguia compreender a beleza por trás daquelas tiras de couro coladas e brilhosas. Por fim decidi usar um short de couro preto, um cinto cheio de correntes prateadas e um top preto com um colete de tecido em xadrez roxo e branco que custava, sozinho, mais do que toda a minha vestimenta do dia anterior. Como calçado usei uma bota de couro sem salto, mas cheia de correntes pratas qe combinavam com o cinto.
Roubar não era difícil, também não era fácil, mas eu corria facilmente de um segurança, até dois, despistando ele com algum clone. O resto era meu próprio esforço.


Naquele dia eu demorei mais de encontrar Anna, mas a encontrei agarrando uma ruivinha num boate club. A ruiva foi ao banheiro, não pode voltar por que eu a golpeei com o bastão e a tranquei(desacordada) numa cabine do banheiro, ponto positivo, agora Anna estava vulnerável esperando alguém que nunca voltaria. Sentei no balcão e pedi uma água para o barman. Fiz um clone meu, sem o capuz. Era meio complicado fazer essas alterações, mas eu havia levado uma hora inteira visualizando como eu estava em frente ao espelho, para facilitar a minha ilusão, então implantei a minha imagem na mente de Anna e tentei ser ousada. Coisa estranha.

- Olá. - O clone pronunciou num tom malicioso e chamou a atenção da loura. - Ouvi dizer que os seus, são os lábios mais sem graça da festa. Eu duvidei, então precisei conferir. Posso?
Ao atingir o ego dela, o corpo feminino se inflou em raiva e a pergunta que eu queria veio aos meus ouvidos como um doce sendo arrancado de dedinhos gordos de criança.
- Quem disse isso, posso saber?
- Ruiva, um metro e setenta, botas de cano longo, vestido vermelho... Nos encontramos no banheiro.
A loura bufou em um ódio terrível, o ego ferido e pronta para provar que seu sabor deveria ser comparado ao que havia de melhor naquele local. Anna pulou para cima do Clone, e beijou-lhe. O contato físico era difícil de simular com perfeição, mas concentrei apenas naquilo, meu corpo tremeu sob o esforço, não bastava fazê-la sentir como se tocasse em algo, era preciso fazê-la sentir algum prazer no beijo.
Senti minha cabeça dar uma pontada forte, meu corpo doente desabou sobre o balcão, minha mente esforçava-se, mas a garota parecia desejar mais e mais daquela experiência, ela deslizava a língua pelo clone e as mãos tentavam tocar a bunda dele, vários toque simultâneos que faziam o meu cérebro se retorcer dentro do crânio. A dor era alucinante, mas eu devia levar adiante.
Quando finalmente a Loira terminou seu beijo, parecia desejar mais milhares de beijos como aquele. Claro que fazê-la sentir tão propensa a beijar alguém tão pouco atraente como eu, só com uma ilusão bem plantada que custara alguns neurônios machucados.
- Que tal irmos para um lugar mais íntimo? - O clone pronunciou no ouvido de Anna, exigindo outro esforço doloroso.
Ela assentiu animada e disponibilizou o carro dela pois conhecia um lugar maravilhoso, o clone mentiu que ia buscar uma capa e eu troquei de lugar com a ilusão, depois de limpar o filete de sangue que escorrera pelo meu nariz na parte interna da capa, sem que Anna visse. Ela comentou algo sobre minha capa e algum filme teenager, mas não prestei atenção. Eu estava focada no que fazia, mas sabia ser incapaz de proporcionar a mesma sensação para ela se houvesse outro beijo. Então estiquei conversa sobre onde iriamos e onde estava o carro que por sorte ou destino estava estacionado num lugar afastado.
Fomos até lá, em passos tão vigorosos que estavam me enlouquecendo, a minha cabeça doía a cada vez que um dos meus pés encostava no chão.
Quando chegamos no carro, toquei os seios dela com o dedo indicador fazendo curvas ao redor do bico e fiz a proposta.
- Que tal se eu te der uma prova do que faremos, agora? Não gostaria?
A garota assentiu com um sorriso malicioso e eu senti a tensão do meu corpo se aliviar um pouco, entramos na parte dos fundos do carro, eu primeiro e ela depois. Joguei meu corpo para frente do dela, fazendo-a pensar mais sobre o calor e as medidas do meu corpo enquanto fechava a porta. Ela segurou meu seio, lambendo meu pescoço e aquilo me irritou muito, o que foi produtivo pois aumentou minha energia para bater a cabeça dela no metal do carro e fazê-la desmaiar. Mas talvez tivesse sido forte demais, pois abriu um talho na cabeça dela que sangrava irritantemente.


Eu havia enfaixado a cabeça da garota e usado o carro dela para dirigir até o ponto de encontro com os mandantes ou com os mandados pelos mandantes, o mais provável. Eu usava meu capuz fechado, me parecia vergonhosa aquela roupa e então o capataz dela apareceu com aquela roupa típica de criança que assistiu a “O poderoso chefão” ou esses filmezinhos de máfia. Terninho com bom corte e listrinhas... Tão, mas tão pateticamente clichê que minha avaliação sobre a roupa me pareceu uma tola perda de tempo.
Recebi minhas recompensas e fui a pé para casa, talvez eu chegasse pela manhã.
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Convidado
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MensagemAssunto: Re: Missão Hunter -> Ayara Yumi   Qua Fev 22, 2012 1:01 pm

Missão avaliada

85 exp
450,00
-3 pontos de ação
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Missão Hunter -> Ayara Yumi
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